PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO JULYFRAN DENUNCIA PERSEGUIÇÃO POLÍTICA APÓS PREFEITURA BARRAR BLOCO EM LAGO DA PEDRA

O pré-candidato a deputado estadual Julyfran Catingueiro denunciou perseguição política após a Prefeitura de Lago da Pedra proibir, por meio de decisão liminar, a realização do Bloquinho do Julyfran Catingueiro 2026, que aconteceria nesta quarta-feira, 12 de fevereiro de 2026.

O evento já estava marcado, amplamente divulgado nas redes sociais e mobilizava foliões, ambulantes e trabalhadores informais da cidade. Em vídeo publicado na internet, Julyfran aparece segurando o documento judicial que determinou a suspensão da festa. Em tom de desabafo, ele afirmou estar enfrentando dificuldades para conseguir as licenças necessárias.

“Estão impedindo que a gente consiga tirar as licenças”, declarou.

De acordo com informações repassadas ao BlogdoCastro, a liminar que barrou o evento teria sido solicitada pelo próprio Município, administrado pela prefeita Maura Jorge. O episódio ganhou ainda mais repercussão pelo fato de que a gestora municipal articula politicamente o lançamento do próprio filho como pré-candidato a deputado estadual, cenário que intensificou os debates nos bastidores políticos da cidade.

Julyfran vem se destacando nos últimos anos em Lago da Pedra por meio de ações sociais, apoio a eventos culturais e presença constante nas comunidades. O crescimento de sua popularidade consolidou seu nome como uma das novas lideranças políticas do município e como pré-candidato à Assembleia Legislativa.

Aliados do empresário afirmam que, após o fortalecimento de sua pré-candidatura, dificuldades administrativas passaram a surgir com maior frequência. Para apoiadores, o bloqueio do bloco não seria apenas uma questão burocrática, mas parte de um cenário de disputa política local.

“O crescimento dele incomodou”, afirmou um apoiador ouvido pela reportagem.

O cancelamento do Bloquinho do Julyfran também afetou trabalhadores informais, comerciantes e ambulantes que contavam com o evento para reforçar a renda durante o período carnavalesco.

Nas redes sociais, a decisão dividiu opiniões. Enquanto parte da população defende que a Prefeitura agiu dentro da legalidade, outra parte questiona o momento da decisão e levanta suspeitas de motivação política.

Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Lago da Pedra não havia divulgado nota oficial detalhando os fundamentos da liminar. O espaço permanece aberto para manifestação da prefeita Maura Jorge e da gestão municipal.

O BlogdoCastro segue acompanhando o caso.

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