MEGAOPERAÇÃO NO RIO DE JANEIRO DEIXA 56 MORTOS, 81 PRESOS E 75 FUZIS APREENDIDOS

O número de mortos na megaoperação das forças de segurança no Rio de Janeiro subiu para 56, segundo dados atualizados.

A operação, batizada de “Operação Contenção”, foi deflagrada ainda na madrugada desta terça-feira e mobilizou cerca de 2.500 agentes das Polícias Civil, Militar e forças especiais.

O objetivo é combater o tráfico de drogas e prender líderes do Comando Vermelho (CV) que controlam pontos de venda e armas nas regiões dominadas pela facção.


Moradores relataram tiroteios intensos, barricadas e explosões, além da presença de blindados e helicópteros sobrevoando em baixa altitude.

O balanço preliminar aponta também 81 prisões, entre elas líderes locais do Comando Vermelho, além da apreensão de 75 fuzis, diversas pistolas, granadas, rádios comunicadores e veículos roubados.




A operação também cumpriu mandados de prisão de foragidos que atuavam em outros estados e haviam se refugiado nas comunidades cariocas.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública do Rio, a operação contou com 2.500 agentes das Polícias Civil e Militar, além de apoio aéreo, blindados e unidades especializadas. As forças de segurança cumpriram mandados de prisão e busca e apreensão expedidos pela Justiça Estadual.



Fontes ligadas à investigação informaram que a ação vinha sendo planejada há mais de três meses e envolveu cooperação de diferentes setores de inteligência. Havia indícios de movimentação de armas vindas de outros estados, o que acelerou a deflagração da ofensiva.


Tiros, barricadas e pânico:

Imagem compartilhados nas redes sociais mostra carro incendiados nas principais vias de acesso ao Complexo da Penha.


“Foi um verdadeiro cenário de guerra. Ninguém conseguia sair de casa, os tiros vinham de todos os lados”, relatou uma moradora que preferiu não se identificar.

Durante a madrugada e manhã, moradores relataram intensos tiroteios, barricadas nas ruas e uso de drones por criminosos para lançar granadas contra os policiais — uma tática considerada inédita em larga escala nas favelas cariocas. Veja o vídeo:


Três civis foram atingidos por balas perdidas e socorridos para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha. Dois deles permanecem em estado grave.

Dois policiais civis morreram e ao menos outros sete policiais – entre militares e civis – ficaram feridos durante a megaoperação realizada nesta terça-feira (28) nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio.

O BlogCastro  apurou que os 2 policiais civis mortos são: Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, recém-promovido a chefe de investigação da 53ª DP (Mesquita); Rodrigo Velloso Cabral, de 34 anos, da 39ª DP (Pavuna).

A operação também resultou na prisão de foragidos do sistema prisional, inclusive de outros estados.
Entre os presos, há nomes ligados à chefia regional do Comando Vermelho, incluindo indivíduos que controlavam o tráfico em comunidades da Baixada Fluminense.


Autoridades defendem a ação e prometem continuidade

O secretário de Segurança Pública, coronel Rogério Faria, declarou que a operação foi “necessária e estratégica” diante da escalada de violência na região.

“O Rio não será refém de criminosos fortemente armados. Essa operação é uma resposta do Estado à ousadia das facções que afrontam a lei”, afirmou Faria em coletiva de imprensa.

O governador Cláudio Castro também comentou o caso e afirmou que novas ações estão sendo planejadas.
Segundo ele, o objetivo é retomar o controle territorial das comunidades e ampliar o trabalho conjunto entre as polícias e o Ministério Público.

“O que aconteceu hoje é parte de um esforço contínuo de retomada da ordem. O Estado precisa estar presente onde o crime tenta dominar”, declarou o governador.


Tensão nas comunidades e rotina paralisada

A tarde foi de medo e apreensão nas comunidades.
Comércios seguem fechados, aulas foram suspensas e o transporte público opera com restrições.





A Polícia Civil informou que as buscas por criminosos foragidos continuam e que o material apreendido será periciado nos próximos dias.
O governador Cláudio Castro afirmou que o Estado manterá presença permanente nas comunidades, com policiamento reforçado nas Linhas Vermelha e Amarela e nas entradas do Complexo da Penha.

Enquanto isso, a população tenta retomar a rotina.
Mas o clima ainda é de tensão — e há expectativa de que o número de vítimas possa aumentar nas próximas horas, conforme novos boletins médicos sejam atualizados.

Redação: Equipe de Jornalismo BlogCastro.com.br.





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