JUSTIÇA MANDA SOLTAR PAULO CURIÓ APÓS QUATRO MESES DE PRISÃO

A Justiça do Maranhão determinou a soltura do prefeito afastado de Turilândia, Paulo Curió. Ele estava preso preventivamente no âmbito da Operação Tântalo II, investigação que apura um suposto esquema milionário de desvio de recursos públicos no município.

A decisão foi assinada pela desembargadora Maria da Graça Peres Soares Amorim, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA). A medida também beneficiou outros investigados apontados como integrantes da suposta organização criminosa.

 Os nomes dos soltos 

Além de Paulo Curió, Tiveram a prisão preventiva revogada: Wandson Jonath Barros; Hyan Alfredo Araújo Mendonça Silva; Janaína Soares Lima; Marlon de Jesus Arouche Serrão; Gerusa de Fátima Nogueira Lopes; Eustáquio Diego Fabiano Campos; Mizael Brito Soares; José Ribamar Sampaio; Nadianne Judith Vieira Reis; Sávio Araújo e Araújo; Gilmar Carlos Gomes Araújo; Josias Fróes; Carla Regina Pereira Chagas; Inailce Nogueira Lopes.

Mesmo com a revogação da prisão preventiva, os investigados continuarão submetidos a medidas cautelares determinadas pelo TJMA, entre elas:

Recolhimento domiciliar integral com tornozeleira eletrônica; proibição de contato entre os denunciados; proibição de acesso à Prefeitura e à Câmara Municipal de Turilândia; proibição de contratar com o poder público; proibição de participação político-partidária, inclusive em redes sociais.

A desembargadora também manteve o afastamento de cargos públicos e a suspensão das atividades legislativas dos vereadores investigados.

Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram moradores nas ruas em clima de comemoração, com carreata, buzinaço e manifestações de apoio após a notícia da soltura.



O Caso

Paulo Curió havia sido preso sob suspeita de participação em um esquema investigado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). As acusações envolvem supostas fraudes em licitações, corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de verbas públicas que, segundo as investigações, podem ultrapassar os R$ 56 milhões.

Apesar da revogação das prisões preventivas, as investigações continuam. A Justiça ainda deverá analisar as denúncias apresentadas pelo Ministério Público contra todos os envolvidos no processo.



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