URGENTE! EMPRESÁRIA INVESTIGADA POR SUSPEITA DE AGREDIR E TORTURAR DOMÉSTICA GRÁVIDA DE 19 ANOS É PRESA PELA POLÍCIA
A fuga de Carolina Sthela Ferreira dos Anjos chegou ao fim. A empresária, que estava sendo procurada após a repercussão de vídeos e relatos sobre a tortura de uma jovem doméstica grávida, foi presa nesta quinta-feira (7), em Teresina (PI). A prisão foi confirmada pelo governador do Maranhão e pela equipe de defesa da investigada.
A Justiça do Maranhão havia decretado a prisão preventiva de Carolina após o pedido da Polícia Civil, fundamentado na gravidade das agressões e no risco de continuidade da violência. Na quarta-feira (6), equipes policiais estiveram em seu endereço em Paço do Lumiar (MA) para cumprir o mandado, mas a empresária não foi encontrada, sendo considerada foragida até sua captura na capital piauiense.
Segundo informações preliminares, Carolina teria mudado a aparência, alterando a cor do cabelo para tentar despistar as autoridades durante a fuga. O monitoramento das forças de segurança permitiu a localização exata da investigada em solo vizinho.
Entenda o Caso
A vítima, uma jovem de 19 anos e grávida de cinco meses, relatou momentos de horror. Ela foi mantida em cárcere privado e submetida a uma violenta sessão de espancamento. A motivação da empresária seria o suposto furto de um anel. No entanto, a inocência da jovem foi comprovada pouco tempo depois, quando a joia foi encontrada dentro de um cesto de roupas sujas na própria residência da agressora.
As imagens do rosto da jovem desfigurado causaram revolta em todo o estado. Em áudios atribuídos à empresária, ela chega a declarar que a funcionária não deveria sair viva do local.
Próximos Passos Judiciais
Com a prisão efetuada, Carolina Sthela deve ser transferida para o sistema prisional do Maranhão, onde ficará à disposição da Justiça. Ela deve responder pelos crimes de tortura qualificada, cárcere privado e tentativa de homicídio. O caso também gerou o afastamento de quatro policiais militares que atenderam a ocorrência inicialmente, por suspeita de negligência ao não realizarem a prisão em flagrante no dia do crime.
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